Enquanto Json e seus companheiros assimilavam os segredos da Origem, uma outra consciência se despertava — não no silêncio, mas no caos.
Em uma antiga instalação esquecida, construída por civilizações que tentaram dominar a física, surgia Korzar, o homem que via a ciência como arma, não como linguagem da harmonia. Ele não invocava leis — ele as retorcia.
Korzar havia aprendido a manipular o calor de forma perversa. Usava gradientes térmicos para causar colapsos estruturais instantâneos, derretendo matéria sólida com pulsos caóticos. Domava reações exotérmicas como chicotes de destruição.
A primeira cidade atacada caiu em minutos. Sua atmosfera foi envenenada com compostos instáveis, e seus rios transformados em condutores ácidos. Era o aviso. Korzar não buscava domínio, mas colapso ordenado.
Json, ao saber do ocorrido, ficou em silêncio por minutos. Sabia que a primeira guerra estava à porta. Mas antes de reagir, era necessário compreender:
No final do dia, Json reuniu o grupo. O próximo encontro seria inevitável. E ele sabia: a ciência agora tinha dois caminhos — o da vida e o da ruína.